quinta-feira, 20 de agosto de 2015

TEMPO


Não desejo (e espero nunca o fazer) voltar atrás no tempo. Sempre que penso no que poderia (deveria) mudar, acabo sempre por chegar à mesma conclusão: NADA!
Se não o vivesse como vivi e ainda vivo, hoje não estaria aqui sentada na minha cama (com mais uma insuportável insónia) a escrever para me ajudar a passá-lo mais depressa. 
Já me rendi! São tantas as vezes que me sinto fora dele, que já perdi a conta. Às vezes o tempo corre à minha frente; outras bem que tenta, mas não me consegue  apanhar. Ainda não percebi se é do fuso horário (dependendo de onde me sinto), se são os meus ponteiros que precisam de ser afinados, se é falta de corda (ou corda a mais), ou se simplesmente eu e o Big Ben nunca estaremos de acordo.

  http://youtu.be/zcJxgekMDuQ